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Ponto G 49 – Dandara

Negra, guerreira e mulher do Zumbi dos Palmares, Dandara, lutou e administrou ao lado do marido a resistência negra contra a escravidão no Brasil.

Em celebração ao Dia da Consciência Negra no Brasil, Liliane Ribeiro e Ira Croft convidam Morganna Gumes para revelar sobre os feitos de Dandara e a importância de conhecermos mulheres negras brasileiras.


>>> Clique aqui e escute o programa anterior:  Ponto G 48 – Bertha Lutz<<< 

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Recadinho do <3

O nosso podcast tem caráter educativo e informativo, visando levar o máximo de conteúdo ao ouvinte em poucos minutos. Seus minutos são preciosos, e desejamos que sejam aproveitados ao máximo. Nosso objetivo é, além de levar informação, instigar a curiosidade sobre personagens femininas da nossa História, que ficaram encobertas pelos mais diversos motivos.

Vamos alimentar nossa curiosidade pelo saber! 🙂

Playlist

Jazz at Mladost Club – Kurina Blues
Revolution Void – Scattered Knowledge
Bensound – The Lounge
Latch Swing – Songe D’Autonme

Créditos

Apresentação: Ira Croft, Liliane Ribeiro e Morganna Gumes
Pauta: Ira Croft
Edição: Kyuu
Direção de arte: Andrei Fernandes
Locução: Dani Freitas
Direção geral: Iracroft

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  • José

    Sério??

    Zumbi, o maior herói negro do Brasil, o homem em cuja data de morte se comemora em muitas cidades do país o Dia da Consciência Negra, mandava capturar escravos de fazendas vizinhas para que eles trabalhassem forçados no Quilombo dos Palmares. Também sequestrava mulheres, raras nas primeiras décadas do Brasil, e executava aqueles que quisessem fugir do quilombo.”
    “Para obter escravos, os quilombolas faziam pequenos ataques a povoados próximos. ”Os escravos que, por sua própria indústria e valor, conseguiam chegar aos Palmares, eram considerados livres, mas os escravos raptados ou trazidos à força das vilas vizinhas continuavam escravos”, afirma Edison Carneiro no livro O Quilombo dos Palmares, de 1947. No quilombo, os moradores deveriam ter mais liberdade que fora dele. Mas a escolha em viver ali deveria ser um caminho sem volta, o que lembra a máfia hoje em dia. ”Quando alguns negros fugiam, mandava-lhes crioulos no encalço e uma vez pegados, eram mortos, de sorte que entre eles reinava o temor”, afirma o capitão João Blaer. ”Consta mesmo que os palmaristas cobravam tributos – em mantimentos, dinheiro e armas – dos moradores das vilas e povoados. Quem não colaborasse poderia ver suas propriedades saqueadas, seus canaviais e plantações incendiados e seus escravos sequestrados”, afirma o historiador Flávio Gomes no livro Palmares.”

    • Diogo scherch

      Amigao, ninguem disse q ele tbm nao fizesse coisas erradas, fique de olho nessa falsa dicotomia, ninguem é santo, e ninguem é demonio, e mais, provavelmente, metade das coisas q atribuiram a zumbi dos palmares nunca foram praticadas por ele, faz parte da propaganda negativa que cristalizou em forma de história do brasil, outro personagem q sofre com essa forma de ataque foi antonio conselheiro, por sorte existem mais registros que demonstram a verdade, coisa q no caso do zumbi nao tem, entao lembre-se que a história é escrita pelos vencedores, e é uma poderosa ferramente de politica e de marginalizaçao.

      • Evandne da Silva

        Ninguém é Santo ou demônio, mas tudo o que se fala contra um ” Herói Nacional” é, provavelmente, intriga e desinformação divulgada pelos malvadões poderosos. Zumbi dos Palmares não era um abolicionista. Ele, e todos os quilombolas do seu tempo, lutavam pela própria liberdade. Escolheram ele por ter tido um fim trágico, alguns ideólogos gostam de mártires.

        • Andrei

          Todo país tem sua gama de “heróis nacionais”, faz parte de uma construção cultural. Não precisa enxergar leitura ideológica em tudo. Tiradentes não era Santo, Não tinha nenhum Santo em Canudos, D. Pedro I ou II não eram santos idem. Como seres humanos lutavam a favor de interesses próprios. Mas Zumbi se torna um caso icônico contemporaneamente por ter tido uma “releitura” descontruidona pela obra atroz escrita por jornalistas (esses sim enviesados ideológicamente) e não por historiadores. Que pegaram fragmentos descontextualizados e montaram uma narrativa apenas para atacar “o outro lado”. É bom separar o que se ensina no ensino fundamental do que se ensina em uma universidade, pois parece que tem um pessoal que confunde a leitura de heróis nacionais com estudo antropológico sério dessas figuras que apesar dos apesares são importantes sim para enxergarmos uma identidade cultural própria.

  • Morganna

    Foi de uma alegria sem outra igual poder contribuir com um assunto tão relevante tendi como canal o ponto G. Obrigada pela oportunidade suas lindas e mais uma vez, continuem o ótimo trabalho

  • Marcele Santiago

    Aeee <3

    Belo programa. Conhecia Dandara apenas por nome e por ser esposa de alguém. Se eu pudesse voltar no tempo iria retornar para a escola onde frequentei o ensino fundamental e questionar as pessoas por que cargas da água a gente não aprende sobre essa mulher no dia da consciência negra? Por que todo ano é só Zumbi e capoeira que é ensinado? ¬¬

    Adorei vocês terem um site com comentários <3 Os meus comentários no tt são breves porque estou no trabalho e não dá pra fazer textão. hahaha

    Uma coisa que senti falta é a marcação das redes dos convidados.. Porque nesse programa eu queria pegar o instagram da Morgana mas vou ter que fazer isso só depois por causa da 3G. ;-; Se tivesse um link ou o @, eu anotava e acessava mais rápido ao invés de ter que reouvir até entender o user certinho.

  • Luís Felipe

    Esse podcast só melhora a cada dia. Falando dessa figura importantíssima na história. Dandara é foda.

  • Pingback: Ponto G 50 - Linda Lovelace - Preciosa Madalena()

  • Gostei muito do programa e me senti meio idiota em nunca ter cogitado que ela não teria se matado. Obrigado por compartilharem um pouco da história de Dandara, e também da discussão maneira sobre.

    E de dica deixo o game Dandara ( http://www.longhathouse.com/games/dandara/ ) , que está sendo feito por um estúdio brasileiro. Ficando bem legal, quem sabe como nossa heroína inserida na cultura pop mais e mais pessoas vão atrás de sua história?

  • Pasquale Cipro

    Em muitas batalhas travadas contra Palmares?

    Palmares é o nome do quilombo; quem lutava contra eram as forças imperiais.